❝Não tente me consertar, eu não estou quebrada
23rd May, Wednesday — Reblog
❝Sempre formamos um belo par. Eu e a solidão.
23rd May, Wednesday — Reblog
❝A coisa certa sempre foi dita para a pessoa errada.
23rd May, Wednesday — Reblog
❝De certa forma não enterrei só a mim, pois dediquei minha vida a reconhecer valores e tive até benefícios, sofri calada, chorei magoada. Adotei uma capacidade extraordinária sem limites, aprendi concepções infalíveis, segredos ocultos e desejos indecifráveis de uma imagem singela concedidos a uma forma atraente e peculiar de viver a vida. Ate em alguns momentos deleitei-me de sorrisos desconhecidos somente e somente para ter um coração, porque no fim não enterrei só a mim, enterrei minha própria alma.
16th May, Wednesday — Reblog
❝Já desistir de tanta coisa. E nem me importo mais.
16th May, Wednesday — Reblog
❝Até a morte tem coração.
9th May, Wednesday — Reblog
❝— Qual a sua experiência?
— Pessoas.
— Você lida bem com elas?
— Eu as perco muito bem.
8th May, Tuesday — Reblog
❝Desculpe o transtorno.
Estou em construção.
8th May, Tuesday — Reblog
❝Pare de correr atrás, pare de se importar. Seja indisponível, desapegue. Pessoas gostam do que não têm.
6th May, Sunday — Reblog
❝Do inferno dos pobres é feito o percurso dos ricos.
25th April, Wednesday — Reblog
❝De quem tem o coração morto, nunca os olhos choram.
25th April, Wednesday — Reblog
❝Desistiu de tentar ser boa, uma boa garota, de esperas, de horas certas, de pessoas certas, monogamia. Tinha chorado lendo Tati Bernadi, aquela ela sua hora sagrada, o mundo ressonava, podia chorar, podia encarar sua face despida de qualquer mascara, podia se xingar por estar acordada cheia de sono, por não ter desistido de tentar remendar as coisas. Chorou por que ainda amava, porque precisaria cortar os dedos, sucatear os sentimentos, e tapar os buracos infinitos que se abriam num futuro próximo. Tinha chorado porque amar dói, porque deixar de amar dói, porque saber que querer esquecer com essa maneira tão violenta não surtiria efeito, mas aquela era a hora sagrada e podia sentir saudade, o vento frio era testemunha. Tinha rasgado a foto, todas as fotos, livrado o dedo do anel, mas continuava amarrada pela alma cativa. Tinha desistido de tentar ser boa, tinha desistido de ser a moça dos olhos meigos, do cuidado e do amor surrado. Era mais o corpo na noite. Um corpo ornado pra ser visto, desejado. Um corpo que gingava suas silhuetas ao som da música de fundo. Era mais um corpo na noite. Um corpo que exalava seu cheiro, olhos que se perdiam na caçada frenética que impunha no ambiente, olhos que se derramavam , examinavam os outros corpos que formavam aquela massa vibrante, irrequieta. Um corpo que resistia, que rejeitava, que abafava seu terremoto interno e saia pra caça. Era um corpo que sabia o jogo e num fugia da raia, era um corpo que conheci outros corpos e saia deles antes de ser conhecida, que afrontava, provocava e não pensava nenhuma vez em olhar pra trás. Era o corpo que tinha desistido de ser amado, que renegava o amor pela metade que lhe era oferecido, que juntou todos os sonhos que teve de olhos abertos sentindo o sono lhe tomando os pedaços e deixou na lixeira da esquina. Era o corpo que duvidada, que vacilava, que não se importava. Era um corpo sem nome e sem numero de telefone, um corpo que fugia da cama quando a fogueira acabava, um corpo que salivava e que não conhecia palavras bonitas, um sorriso cínico que as quebrava, que pisava, amordaçava o mostro piegas que insistia em continuar vivendo em completa inanição. Um corpo sem nada de especial, sem áurea, sem explanação. Um corpo que se impunha, que debitava e conseguia a presa, um corpo que conhecia o truque, que não fica vermelho, que sabia o que falar. Sabia, construía as frases e soltava no ar como flechas, sabia, sabia seu efeito, calculava, tinha tudo nas palmas das mãos. Seu sangue andava comedido nas veias, a excitação era um frio suave que escorria espinha abaixo, era mais um corpo, um corpo de carne, vivo e gélido, que suava e nem assim acendia alguma fagulha no espaço oco que lhe ocupava por dentro. Nenhum cheiro lhe grudava na pele, nenhum nome se firmava na mente, nenhuma face era arquivada pra ser revisitada num tedio qualquer. Tinha desistido de ser a amante de uma história inventada, era mais um corpo, mais um corpo na noite.
14th April, Saturday — Reblog